Na rotina de São Paulo, onde seis dias de trabalho exaurem e um de folga apenas remenda, a sensação de que o esforço nunca é suficiente é amplificada por uma paisagem política que pouco parece se importar com quem constrói o país. No Congresso Nacional, um conservadorismo voraz trava batalhas contra direitos básicos de trabalhadores, atacando conquistas históricas com discursos que romantizam o sacrifício e desumanizam o descanso.









