A denúncia sobre as participações de bandas que defendem as piores atrocidades que um ser humano é capaz de fazer, chamaram a atenção neste último final de semana. Além de ser uma das pautas do dominical Fantástico (TV Globo), levantou ao questionamento (novamente) entre a liberdade artística e a responsabilidade pelos atos.
Por um lado, existe sim o fato de alguns legisladores municipais, muitos ligados à direita e ao centro, propagando medidas “protetivas”. Dentre estas medidas que estão propondo, estão visando atingir à cultura rap e o funk carioca, mas ao olharmos denúncias sérias e contundentes sobre elas, além das denuncias em cenários de outros gêneros musicais – incluindo o gospel – existe uma vista grossa.
Pra findar a tragédia, se é que devemos chamar, a câmara de vereadores deveria enfrentar as críticas pelo aumento em 40% dos próprios salários, enquanto a cidade de São Paulo (e toda a zona metropolitana) enfrentaram as piores chuvas numa véspera de aniversário (só não foram piores, por milagre, que Porto Alegre).









