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Quem vai cantar em Copacabana?
O show da praia de Copacabana será em 02 de maio, isso está oficializado. Agora, a imprensa está tentando achar um sinal de vazamento do Eduardo Paes (prefeito do Rio) sobre quem será a atração do feriadão do Dia do Trabalhador – e vai ser artista estrangeiro novamente, daqueles dignos de lotar as areias.
Na verdade, Paes está precisando se segurar, porque já saiu uma mini lista no perfil dele nas redes sociais com Justin Bieber, Shakira, U2 e Paul McCartney. Logo, é possível admitir que a atração será um destes quatro, finalizando várias especulações que surgiram desde o final do ano.
A atração será anunciada em breve, mas Lucas Pasin, do Metrópoles, disse que Paes “vazou” o nome do canadense Bieber. Isso não foi confirmado, mas é a segunda tentativa do tabloide de “anunciar” antes de todos o nome da atração.
Agora, vamos falar de Britney?
Além do show de Bieber, Pasin publicou no tabloide que estão em etapas iniciais as tratativas de São Paulo receber o show de Britney Spears (ou seja, o comeback da Princesa).
Mas para isso acontecer, a prefeitura paulistana teria que fazer um novo acordo com o MP Estadual para estender datas de eventos na Avenida Paulista. Isso fará com que ela possa ganhar o seu quarto evento anual (que já conta com Parada LGBTQIA+, São Silvestre e Réveillon).
Os patrocinadores estão em absoluto silêncio sobre a história do possível show e da possibilidade da Princesa do Pop vir aqui. Caso não seja Britney, é possível também que seja uma banda de rock internacional a desembarcar para a estreia do show anual na Paulista. E não faltam nomes, podendo até mesmo ser Foo Fighters ou U2. Mas se for uma diva convidada, o outro nome especulado pela imprensa é de Mariah Carey.
E o Spotify, hein?
Nos próximos dias, você poderá perceber um eclipse de discos disponíveis na plataforma de streaming. Isso porque dezenas de artistas internacionais já anunciaram a retirada de suas discografias na plataforma após a descoberta que o CEO da companhia, o sueco Daniel Ek, investir mais de R$1 Bilhão em uma empresa armamentícia e softwares de IA – enquanto a remuneração aos artistas ainda segue estagnada.
A empresa ainda foi pressionada a se posicionar, dizendo que não tem vínculo, mas já é tarde: ao mesmo tempo que este primeiro boicote é realizado, um segundo, a qual retira os streamings para o território de Israel reuniu mais de 400 artistas.
E além dos artistas, o cyberativismo chegou com os dois pés na porta: hackers anunciaram um backup de mais de 300 TB, com o propósito de realizar a manutenção da preservação musical. O Spotify, além de negar, aponta que o ataque é criminoso (mas não admitiu sobre a remuneração seguir baixa, ao ponto de ser irrisória).









