Hoje, uma das linhas metroviárias de São Paulo foi cenário de um filme de terror dos mais cruéis. Sério, não é uma análise ou uma resenha minha sobre filmes e comportamentos. Aconteceu mesmo, um jovem morreu da pior forma que se pode imaginar.
Isso aconteceu em uma estação de uma linha privatizada (a 5), da mesma operadora que já enfrenta olhares reprovadores do público quando se fala de uma outra linha (a 9): Via Mobilidade. E não tente encorajar quem já recomeçou a ter medo de embarcar nos trilhos, afinal existem culpados e levará tempo para se recompor.
Em uma publicação no Facebook do Hugo Gloss, já li relatos sobre o quão nocivo comportamento paulistano fez duas jovens ficarem machucadas, após serem empurradas a ponto de ficarem “prensadas” no vão entre o trem e a plataforma. Os dois relatos foram na linha 9, mas poderiam também ser na 5.
Sinais da falta de civilidade, a qual reclamava – e espero que não sozinha. Haviam “engraçadinhos” pelas redes que diziam asneiras, defendendo o direito pela pressa pra chegar em casa e pela grosseria pra atingir o objetivo. Pois bem, eles estão calados neste momento. É total culpa deles também, além da concessionária que admitiu não ter detector de presença humana entre as duas portas que separam os passageiros dos trens.
Pobre família, a qual não poderá celebrar o dia das mães e o aniversário de seu filho.









