Em 21 de agosto, um documento judicial foi tornado público detalhando cerca de 100 investidores que ajudaram Musk a assumir o controle da plataforma de mídia social Twitter e transformá-la no que é conhecido como X. Os ex-funcionários alegaram que o fundador da empresa Tesla não os compensou depois que ele assumiu o controle da rede e processaram o bilionário.
Segundo o The Washington Post (via Yahoo), um juiz federal ordenou que o X revelasse os nomes de todos os seus investidores depois que uma organização sem fins lucrativos de jornalismo apresentou uma moção em julho para ver os registros.
Entre os compradores da rede, aparece o nome de Sean “Diddy” Combs, apesar de não saber por quanto o magnata da música, multiplamente acusado de violência doméstica e comportamento predatório, investiu na plataforma e se ele atualmente possui ações da empresa.
Além de Diddy, o fundador do ex-Twitter, Jack Dorsey (expulso da rede a qual criou logo após a venda, a BlueSky), o príncipe saudita Al Waleed bin Talal Al Saud e outros estão envolvidos na compra feita por Musk por US$44 bilhões em 2022 (hoje, o app rende menos de 25% do valor da compra). Somado a isso, ainda naquele ano, Diddy e Musk foram a um show de Dave Chappelle e se sentaram perto um do outro na primeira fila.
Isso acaba de se transformar em mais um desdobramento do caso que dominou várias redes sociais nesta semana, onde Diddy e Musk estão enfrentando acusações e sentenças judiciais – como o próprio bloqueio da rede social, que pode acontecer também na Europa, graças a ação brasileira.
E além de Musk, já sabemos de outras celebridades e poderosos do setor do entretenimento musical citados no caso, seja como algozes ou vitimas e o G1 listou todos eles.









